Envolvendo seis disparos contra alvos manobráveis a reboque, os testes foram realizados em duas baterias com quatro disparos planejados de mísseis em cada uma.
“Comprovados pelos resultados obtidos, os testes foram um grande sucesso. Com o cliente, realizamos duas baterias com as aeronaves, totalizando seis disparos de mísseis Sidewinder, em uma única tarde. Nunca conseguimos realizar isso antes", declarou o diretor do campo de testes Laci Bonivart.
A Hungria é o terceiro país europeu, após Suécia e República Tcheca, e o segundo país da OTAN, a operar caças Gripen. A Força Aérea da Hungria opera as últimas versões C/D da nova geração de caças Gripen.
O contrato original foi assinado com a Hungria em dezembro de 2001, prevendo o arrendamento de 14 aeronaves Gripen nas versões A/B. Em fevereiro de 2003, foi firmado um adendo a este contrato, dispondo que, no término do período de arrendamento (2006-2016), a Hungria teria automaticamente adquirido as aeronaves arrendadas. Além disso, este adendo ainda previa a troca destas aeronaves para a versão C/D. O órgão estatal, centralizador de compras das Forças Armadas da Suécia (FMV) entregou a primeira aeronave à Hungria em março de 2006 e a última em dezembro de 2007.