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Gripen é o primeiro caça multimissão de última geração, a entrar em serviço no mundo.  Incorporando as mais modernas tecnologias, é capaz de executar uma ampla gama de missões operacionais ar-ar e ar-terra, usando as mais avançadas armas e sensores.  Seu projeto visou atender às demandas de todas as ameaças atuais e futuras e, ao mesmo tempo, cumprir com as rígidas especificações de segurança em vôo, confiabilidade, eficiência de treinamento e baixos custos operacionais.

Desde 1997, o Gripen opera na Força Aérea da Suécia, que fez uma encomenda de 204 aeronaves.  Além disso, o caça Gripen também foi a opção das Forças Aéreas da África do Sul (28 aeronaves), da Hungria (14) e da República Tcheca (14).
Vários outras nações também estão considerando a aquisição de aviões Gripen, tanto países da OTAN como de outras partes do mundo, a fim de atender às suas necessidades de defesa, no século XXI.  A Gripen International está segura de que o caça Gripen oferece excepcional valor pela soma gasta e é a solução com melhor custo-benefício.
Projetado a partir do conceito de sistema de armamentos totalmente integrado, o Gripen oferece a capacidade de executar múltiplas missões, de ser mundialmente imbatível, a um preço acessível, para derrotar todas as ameaças conhecidas e percebidas, por um período de, no mínimo, 30 anos.

Com a capacidade de trocar de missão automaticamente, em pleno vôo, pela seleção da arma, no controle HOTAS (Hands On Throttle And Stick) ou pelo acionamento de um dos botões MFD (Multi FunctionalDisplay), o Gripen é capaz de atender às exigências cada vez maiores das missões supersônicas de superioridade aérea e de defesa aérea além do alcance visual, ou seja BVR (Beyond Visual Range), assim como das missões dentro alcance visual de combate.  O caça também confere um excelente suporte a ofensivas aéreas e conta com capacidade de ataque a navio e de reconhecimento.  Os sistemas digitais totalmente integrados congerem ao Gripen a capacidade de utilizar sua força e inteligência objetivando um efeito máximo.

O projeto de última geração desta aeronave de combate incorpora o uso generalizado de materiais compostos e de outros novos, assim como de avançada tecnologia de produção, sistemas integrados de computação, fusão de dados e as últimas descobertas da aerodinâmica.  O resultado disso é um caça com altos níveis de eficiência, em uma ampla gama de missões; baixos custos de aquisição; baixas exigências de suporte; bem como baixos custos operacionais durante sua vida útil.

Excepcional nas operações e na eficiência
Como um caça supersônico extremamente ágil, incorporando sensores de tecnologia de ponta, datalink, fusão de sensores e computação de missão, o Gripen é uma aeronave difícil de ser equiparada, em qualquer situação de combate.  A perfeita associação entre simplicidade e sofisticação, ele balanceia seu desempenho com seus sistemas de datalink e de fusão de dados e sua avançada interface homem-máquina, fornecendo ao piloto uma percepção excepcional da situação.

Mesmo diante do considerável aumento da capacidade dos sistemas modernos de armamentos, a experiência operacional e os estudos feitos pelas forças aéreas do Reino Unido (RAF), dos EUA (USAF) e da Suécia, entre outras, confirmam que a percepção situacional é o fator mais importante que pode afetar o resultado de combates aéreos.

O Gripen foi projetado para uso em operações dispersas saindo de pequenas bases ou pistas de decolagem parcialmente danificadas, com um mínimo de infra-estrutura e equipamentos de suporte terrestres, a exemplo de trechos de estradas.  É a solução ideal para operações de bases operacionais avançadas e conta com a flexibilidade necessária, para conferir suporte tanto a missões de patrulhamento de combate aéreo, ou seja CAP (Combat Air Patrols), como de reação rápida, ou seja QRA (quick reaction alert), cujo sucesso depende bastante da superioridade das informações e de uma excepcional percepção da situação.

Um esquadrão de caças Gripen, em uma missão do tipo QRA, consegue ser informado, em tempo real, da situação do combate, através de seu sistema de datalink, enquanto a aeronave ainda está em terra.  Após o recebimento de um sinal codificado, o Gripen está no ar, em aproximadamente um minuto, com uma visão clara do cenário de combate, fornecida pelo sistema de datalink, possibilitando que seu piloto assuma, de imediato, a posição de combate mais vantajosa.

Excelente vantagem de combate
A superior capacidade de combate aéreo, no âmbito fora do alcance visual (BVR), é obtida pela combinação do desempenho da aeronave, de seu radar de alto desempenho e do mais avançado sistema de datalink do mundo.  Tudo isso associado à sua própria baixa detecção por radar atribui ao Gripen uma excelente vantagem de combate sobre seus concorrentes.

De relance, o piloto do Gripen vê não apenas seu próprio alvo, como também o de seus companheiros do esquadrão e de outros, detectados pela aeronave de alerta aéreo antecipado, ou seja AEW (Airborne Early Warning).  O piloto instantaneamente sabe que alvos os demais pilotos de sua unidade visaram, assim como tem uma percepção geral do cenário da batalha, o que “libera” tempo precioso para a escolha e a execução da melhor tática de sucesso.

Na interceptação, o Gripen pode mirar, ao mesmo tempo, vários alvos, com seus mísseis teleguiados BVR.  Seu sistema de datalink à prova de interferências confere uma excepcional capacidade de mira e permite ao piloto passar informações, em tempo real, a outros elementos da rede de defesa, inclusive à aeronave AEW e aos centros de controle em terra, enquanto permanece oculto aos olhos do inimigo.
Em distâncias próximas, a superioridade combativa do Gripen é garantida pela combinação de sua configuração delta-canard com sua boa estabilidade, o que lhe confere uma excelente agilidade e um excelente desempenho para virar a aeronave, em manobras de combate.  As baixas assinaturas visuais e no infravermelho dificultam a detecção e a mira pelo inimigo.

Além dos modos de combate próximo do radar, há também um display montado no capacete, conhecido pela sigla HMD (Helmet Mounted Display), que o piloto pode usar para dar indicações aos buscadores de alvo dos mísseis ar-ar de curto alcance.
Nas operações ar-terra, onde a aeronave deve ser capaz de lidar com uma ampla gama de alvos diferentes, nas diferentes missões, o Gripen se mostra igualmente eficaz.  As últimas experiências de combate demonstraram a importância da capacidade de precisão de tiro e de standoff, possibilitando que os pilotos concluam suas missões, com segurança, precisão e eficiência.

Podendo ser equipado com várias armas avançadas ar-terra, o sistema de armamentos do Gripen integra armas inteligentes, a exemplo das bombas teleguiadas a laser, ou seja LGB (Laser-Guided Bomb), e os equipamentos associados de mira, denominados pela sigla FLIR/LDP (Forward Looking Infra-Red/Laser Designator Pod), assim como armas do tipo standoff e mísseis inteligentes de ataque a navio.

Gripen – A solução inteligente!